Urbana desenvolve estratégia para clientes na área da saúde

Assim como tantas outras áreas, a saúde também vem passando por profundas mudanças. Diante do movimento de transformação digital, profissionais e organizações se deparam com vários desafios. Enquanto os médicos precisam se atualizar, buscando sempre conhecimento, técnicas e metodologias, as instituições têm a necessidade de revisar estratégias, repensar a relação com os pacientes e se apropriar de novas tecnologias.

Todo esse movimento deve ser feito respeitando a premissa básica da medicina: cuidar do outro para que ele tenha condições de manter e restaurar a saúde. O  atendimento humanizado é fundamental e jamais deve ser esquecido mesmo em meio a tanta inovação no processo de modernização que impacta o setor.

Afinal,  é fato: a medicina vive um momento de disrupção e basta olhar ao seu redor para confirmar essa afirmação. Ao passo que alguns consultórios e hospitais ainda usam prontuários impressos e têm dificuldade de manter e acessar digitalmente os dados dos pacientes, outros já fazem testes genéticos, diagnósticos por teleconferência e começam a adotar também a inteligência artificial. O futuro já chegou!

Agora, a pergunta é: quais os desafios e como se adaptar a esse novo tempo? É isso que abordamos neste texto. Avance na leitura!

DESAFIOS

Diante da transformação digital, os principais atores envolvidos na prestação de serviços e no atendimento – profissionais, pacientes, planos e hospitais – vêm sendo impactados pelas mudanças.

Os planos de saúde, por exemplo, estão com o foco voltado para a redução de custo e o processo de verticalização, que prevê uma estrutura própria de serviços para cada plano. Além disso, a Agência Nacional de Saúde (ANS) vem regulando com maior rigor a atuação dos planos, dificultando, inclusive, em alguns aspectos.

Mesmo com toda tecnologia, eles ainda mantêm um fluxo de processos altamente burocrático.

Neste mesmo cenário, a indústria busca uma aproximação e relação duradoura com hospitais, planos e médicos. O desafio é constituir um modelo de parceria em que

todos se beneficiem, visando melhorar a qualidade do atendimento prestado ao paciente. Uma das soluções possíveis é a modalidade de educação continuada e

produção científica com apoio institucional dos hospitais e apoio financeiro contratual da indústria.

O comportamento dos pacientes também mudou, trazendo a necessidade de adaptação da estratégia de atendimento. Cada vez mais, eles buscam por informação e conhecimento, desejam conhecer o novo e, por isso, não se contentam com uma única opinião. O paciente de hoje é mais ativo, pesquisa mais, quer ter embasamento para fazer escolhas sobre sua saúde. Normalmente, ele decide sozinho se vai seguir o que o médico indica ou não.

CASES DE SERVIÇOS INOVADORES

Considerando o novo papel e perfil assumido por cada um dos atores envolvidos nos serviços de saúde e o contexto de inovação, empresas já apresentam cases de sucesso que mostram que a incorporação de tecnologias na medicina pode, sim, dar muito certo.

  Em Portugal, a operadora Allianz oferece um serviço de atendimento online 24 horas disponível 24 horas por dia. Ao acessar um site, os usuários podem obter orientação médica e solicitar uma segunda opinião. Além disso, eles oferecem consultas telefônicas a qualquer hora também.

Seguindo a mesma linha, embora com um atendimento virtual mais simples,  a Médis, que também atua em Portugal, dispõe de um sistema telefônico de triagem, realizada por enfermeiros e disponível 24h por dia,  para os associados do plano de saúde.

No entanto, no Brasil, as operadoras ainda usam a internet como uma espécie de catálogo do corpo médico ou para disponibilizar mais informações sobre os serviços oferecidos. É fundamental que a tecnologia seja incorporada pelos planos para oferecer um suporte mais rápido e cômodo ao paciente. 

Contudo, não é somente no atendimento que é possível inovar. A capacitação intelectual do corpo médico tem sido objeto de destaque com a atuação dos médicos cientistas. Com o trabalho deles, as conquistas e avanços da medicina se multiplicam.

Na Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, médicos pesquisadores já desenvolveram novos métodos para o diagnóstico de pacientes com Alzheimer e estudam a aplicação de biovidro para a cura de feridas na pele. São cases como esses que mostram a importância da inserção de novas práticas na medicina.

Como vimos, os desafios já citados são muitos: eles compõem a força-motriz que motiva profissionais e organizações a pensarem na inovação aplicada aos serviços de saúde.

Esse é o maior dos desafios!

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