Contribuindo para o movimento slow food de maneira justa e sustentável

Desacelerar e revisitar velhos hábitos, buscando ajustá-los para construir um estilo de vida mais saudável.

Esse é um movimento que já estava sendo empreendido por muitas pessoas antes da pandemia, mas que ganhou força com ela. Restringir deslocamentos, ressignificar hábitos e voltar o olhar para dentro de si – e para o outro – foram alguns dos inesperados impactos causados pelo novo coronavírus. Pelo menos por um tempo, vimos a velocidade do planeta reduzir.

Na prática, tudo isso serviu como ensejo para a busca da tão almejada qualidade de vida, que, na maioria das vezes, permanece no imaginário, sendo relegada a segundo plano.

A desaceleração dos dias destacou o conceito de slow living (vida lenta, em tradução livre), que se conatrapõe à supervalorização do ritmo frenético tão caro à sociedade moderna. Mas, afinal, por qual razão esse cenário é relevante? Sobretudo, porque ele surgiu a partir do resgate da apreciação da comida.

 

 

Nascido na Itália, o movimento teve origem com a iniciativa do ativista Carlo Petrini, que protestava contra a abertura de um restaurante fast food em Roma, em 1986, enquanto reivindicava o enaltecimento do ato de comer por meio da alimentação sustentável, justa e consciente.

O slow food prega o respeito aos produtores locais e ao tempo da natureza. Logo, outros setores abraçaram o conceito: a moda (slow fashion), a medicina (slow medicine) e o urbanismo (slow cities)

“É uma revolução cultural contra a noção de que mais rápido é sempre melhor. Isso não significa adotar um ritmo de lesma.

Trata-se de encontrar o andamento certo, apreciando o tempo em vez de apenas contá-lo. Fazer tudo da melhor maneira possível, em vez de o mais rápido possível. É uma questão de qualidade e não de quantidade, seja em qual âmbito for”

A explicação é de Carl Honoré, referência do pensamento slow e autor do livro “Devagar: Como um Movimento Mundial Está Desafiando o Culto da Velocidade”. Essencialmente, o slow food se baseia em seis pilares centrais:

• Alimento Bom, Limpo e Justo para Todos

• Ecogastronomia

• Coprodutores

• Biodiversidade e cultura alimentar

• Educação Alimentar e do Gosto

• Incidência Política

 

Este estudo de posicionamento compõe o trabalho de Planejamento Estratégico que desenvolvemos para Morali Alimentos.

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